POESIA DE QUINTA - I
Quintas-feiras têm pelos de quase descanso
É olhar para a desejada breja com um olho
e, com o outro, para as tarefas do dia
- que quase findam os da semana.
Quinta-feira é a nova sexta-feira.
Um pé na porta, outro no trampo.
Quintas são tão de impacientes esperas
que estes versos vêm com pressa e agonia.
Quinta antegoza o dia de amanhã.
Quintou, meus bons!
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