Revisei. Devolvi-lhe.
Cliente levou o trabalho para o orientador e voltou reclamando que corrigisse, seu nome era Tereza e não Teresa.
Corrigi em um sorriso, mas bem que poderia ter dito:
a ( ) Que bom que seu orientador sabe seu nome correto.
b ( ) Querida, desculpas, é que minha bola de cristal quebrou.
c ( ) Acontece com todo mundo! Quem é que sabe escrever o próprio nome, não é mesmo?
Porque não basta revisar a grafia e a gramática, tem que adivinhar também como o tabelião registrou o nome daquele luzente, certo?
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