~Poesia de lugar nenhum~
(Hit Ty)
As estrofes engasgam o percorrer do lento velório
E isso nos basta?
O vinho releva o inevitável pretexto
E isso nos basta?
A fome nos devora, acorrenta-nos sob o luar
E isso nos basta?
Sem expectativa, o verso acaba por me inspirar.
E isso nos basta?
O vinho releva o inevitável pretexto
E isso nos basta?
A fome nos devora, acorrenta-nos sob o luar
E isso nos basta?
Sem expectativa, o verso acaba por me inspirar.
(...)
A poesia que tento ejacular... já não me basta!
O peito adormece, a ferida cicatriza e o corpo apodrece.
A dor entorpece os sentidos.
As lágrimas se escondem, hibernam-se em ciclo menstrual
E nessa conjuntura sádica…sofremos um aborto sensorial.
Audíveis olhos unilaterais, sombra bastarda, vento irregular
E isso nos basta?
Basta percorrer o inevitável infinito?
Infinito irregular do pensamento?
Corrigir os erros eloquentes e se despedaçar em existência?
Essa existência... mácula da matéria
Desviar o olhar, imaginar o futuro presente, passado inexistente
O peito adormece, a ferida cicatriza e o corpo apodrece.
A dor entorpece os sentidos.
As lágrimas se escondem, hibernam-se em ciclo menstrual
E nessa conjuntura sádica…sofremos um aborto sensorial.
Audíveis olhos unilaterais, sombra bastarda, vento irregular
E isso nos basta?
Basta percorrer o inevitável infinito?
Infinito irregular do pensamento?
Corrigir os erros eloquentes e se despedaçar em existência?
Essa existência... mácula da matéria
Desviar o olhar, imaginar o futuro presente, passado inexistente
E dos escombros limpo minha pele feito casca de ferida!
Imaginando a desculpa esculpida em minhas rupturas
Imaginando a desculpa esculpida em minhas rupturas
E minha morte não me absolve
Desapego-me do inimaginável amar
Amar: doença da bílis...
Desapego-me do inimaginável amar
Amar: doença da bílis...

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