Encontros Familiares
Os termos são destratados em encontros familiares
Minhas fases são descritas em páginas vazias
Não há espaço no decorrer das vozes
Mutilações retaliadas em laços adormecidos
Dúvida subjetiva, uma bela canção
Os sinos abalam as estruturas saturadas em estância
Nada faz sentido nessa drástica falência
Não há repouso em minhas lembranças
Fragmentos de uma civilização perdida
Atração oposta, amor incompreendido, sentimento hediondo
Aventuro-me em detritos de um temível vulcão.
O plano foi dividido em partes acidentais
Confundiram a data do enterro, deformaram meus ideais
A pele se desprende, as paredes sucumbem ao delírio
A solidão é minha amiga mais íntima, as direções parecem iguais
Não me lembro das cores, de como o vento costumava me chamar.
Os rostos se escondem em traços tímidos
Os sonhos costumam morrer para nos acordar
A linha que nos cerca dá voltas no infinito
Nos abraça no centro de um círculo de horrores
Lençóis cobertos por sombras aflitas
O peso do tempo nos empurra para fora do leito
O cansaço nos pressiona contra nossa frágil razão
As mão trêmulas tocam as nuvens no céu da boca
As veias entopem os olhos de segredos
Lágrimas encharcadas de perguntas ainda sem respostas
A ilusão sintoniza os sentidos numa aleatória distinção
Conforto temporário, braços bipolares, reação súbita
Raízes assassinadas por algumas centenas de gerações
Que ainda não vieram à tona…
Minhas fases são descritas em páginas vazias
Não há espaço no decorrer das vozes
Mutilações retaliadas em laços adormecidos
Dúvida subjetiva, uma bela canção
Os sinos abalam as estruturas saturadas em estância
Nada faz sentido nessa drástica falência
Não há repouso em minhas lembranças
Fragmentos de uma civilização perdida
Atração oposta, amor incompreendido, sentimento hediondo
Aventuro-me em detritos de um temível vulcão.
O plano foi dividido em partes acidentais
Confundiram a data do enterro, deformaram meus ideais
A pele se desprende, as paredes sucumbem ao delírio
A solidão é minha amiga mais íntima, as direções parecem iguais
Não me lembro das cores, de como o vento costumava me chamar.
Os rostos se escondem em traços tímidos
Os sonhos costumam morrer para nos acordar
A linha que nos cerca dá voltas no infinito
Nos abraça no centro de um círculo de horrores
Lençóis cobertos por sombras aflitas
O peso do tempo nos empurra para fora do leito
O cansaço nos pressiona contra nossa frágil razão
As mão trêmulas tocam as nuvens no céu da boca
As veias entopem os olhos de segredos
Lágrimas encharcadas de perguntas ainda sem respostas
A ilusão sintoniza os sentidos numa aleatória distinção
Conforto temporário, braços bipolares, reação súbita
Raízes assassinadas por algumas centenas de gerações
Que ainda não vieram à tona…
Hit Ty
17/08/2015 23h57
17/08/2015 23h57

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